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quarta-feira, 19 de julho de 2017

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    sexta-feira, 14 de julho de 2017

    Google e Funai fazem parceria para mostrar terras indígenas no Maps e Earth

  • sexta-feira, 14 de julho de 2017
  • O Google anunciou ontem uma parceria com a Funai (Fundação Nacional do Índio) para mostrar os territórios de povos indígenas no Google Earth e no Maps. De acordo com a empresa, a parceria permitirá que os terrenos dessas tribos sejam adequadamente representados nas ferramentas de mapeamento do Google.

    Tanto no Google Maps quanto no Google Earth, os territórios indígenas associados a diferentes tribos brasileiras poderão ser encontrados por meio de buscas. No gif abaixo, por exemplo, é possível ver como o Google Earth mostra a terra da tribo Kayapó, na Amazônia:


    Segundo o Google, trata-se de uma iniciativa importante para apoiar a preservação cultural e o gerenciamento de terras indígenas no Brasil. Ao todo, nosso país tem mais de 500 mil pessoas indígenas vivendo em 472 territórios certificados pelo governo, que representam 13% da área territorial total do Brasil, de acordo com a empresa.

    Mais do que isso, porém, a inserção dos territórios indígenas no Maps e no Earth também ajudam a ressaltar a importância dos povos indígenas para a preservação da floresta amazônica. Trata-se do ramo de floresta tropical com maior biodiversidade do mundo. Mas a floresta tem sofrido enormemente com o desmatamento, que destrói a biodiversidade da região e aumenta a emissão de gases estufa. Os territórios indígenas, porém, continuam a representar polos de preservação dessa floresta.

    Abaixo, por exemplo, é possível ver o efeito do desmatamento ao longo do tempo na região amazônica. As áreas envoltas por linhas amarelas são os territórios pertencentes a tribos indígenas. Fora deles, a crescente área amarela representa áreas atingidas pelo desmatamento. Como se pode ver, esses territórios se mantêm como "ilhas" de floresta amazônica preservada, enquanto seus entornos desprotegidos são quase totalmente devastados:



    Fonte: OlharDigital

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    sexta-feira, 30 de junho de 2017

    IBGE lança versão WEB do Atlas Geográfico das Zonas Costeiras e Oceânicas do Brasil

  • sexta-feira, 30 de junho de 2017
  • O IBGE lança hoje a versão WEB do Atlas Geográfico das Zonas Costeiras e Oceânicas do Brasil. Em parceria com a Comissão Interministerial para os Recursos do Mar (CIRM), a nova versão é voltada para estudantes e o público em geral, e contém informações sobre os oceanos e o litoral brasileiro, as dimensões histórica, demográfica, econômica, social, cultural e natural.

    De forma interativa, a versão digital do Atlas (que você pode acessar aqui) tem todas as informações da versão física, publicada em 2011. O objetivo é incentivar a sociedade a pensar, conhecer e valorizar o uso racional da biodiversidade e dos recursos minerais e energéticos presentes nas águas oceânicas, solo e subsolo marinhos, que constituem parte fundamental do desenvolvimento socioeconômico e da sustentabilidade ambiental do país em consonância ao ODS 14 “Vida no Mar” que trata da conservação e uso sustentável dos oceanos, dos mares e dos recursos marinhos para o desenvolvimento sustentável.

    Aplicativo permite navegação em ambiente interativo

    A nova versão dá ao usuário acesso ao conjunto de mais de 120 mapas editorados e também às bases de dados. Também é permitido fazer download e consulta aos dados geográficos, estatísticos, além de analisar os mapas, podendo fazer navegação, alteração da escala de visualização, visualização e exportação de tabelas e arquivos gráficos, personalização do mapa, gerar imagens e salvar o ambiente de estudo.



    O Atlas é estruturado em sete temas. O mar na história do Brasil ressalta a questão da expansão colonial portuguesa e a importância do mar na organização do espaço brasileiro. O Mapa geopolítico do Brasil aborda a posição relativa do Brasil no Atlântico e na América do Sul, explicitando os seus limites do Mar territorial, Zona contígua e Zona econômica exclusiva.



    A Evolução geológica dos oceanos detalha a origem e a estrutura tectônica atual das bacias oceânicas, assim como alguns resultados das últimas pesquisas na plataforma continental brasileira, além da questão do potencial de seus recursos minerais. As Características oceanográficas apresentam um quadro geral dos fenômenos oceanográficos no Atlântico, fundamentais ao entendimento das questões ambientais, costeiras e marinhas, no Brasil.

    O tema Ecossistemas costeiros e marinhos ressalta a diversidade de ambientes costeiros e marinhos brasileiros, com particular relevância das áreas para conservação e uso sustentável de ecossistemas. A Diversidade de aspectos do litoral brasileiro apresenta mapas de 14 áreas de detalhe da costa brasileira, abrangendo diferentes ambientes e quatro mapas das ilhas oceânicas, e da distribuição de áreas urbanizadas no litoral brasileiro.

    Por fim, o capítulo Questões transversais no estudo dos ambientes costeiros e oceânicos trata de vários temas socioeconômicos e sua relação com esses ambientes, abrangendo questões populacionais, turismo, balneabilidade, recursos pesqueiros, estrutura portuária, logística do petróleo e áreas de preservação e proteção ambiental.

    FONTE: IBGE
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    IBGE disponibiliza cartas imagem do Piauí e Maranhão

  • O IBGE disponibiliza hoje (30/06/2017) 35 cartas imagem digitais, na escala 1:100.000 (1cm = 1km), abrangendo parte dos estados do Piauí e Maranhão. Esses produtos cartográficos são formadas por mosaicos de imagens de satélite, cujas distorções foram eliminadas com o objetivo de tornar a imagem métrica e isenta dos erros inerentes à sua aquisição. Seus arquivos em formato PDF podem ser acessados aqui.

    As cartas imagem proporcionam uma visão do território compatível com os requisitos de representação da escala e apresentam a denominação dos elementos geográficos de maior relevância. A produção de cartas imagem é realizada em um tempo menor do que as folhas topográficas completas, o que permite disponibilizar essas informações mais rapidamente para a sociedade.As cartas imagem foram produzidas a partir de imagens do sensor AVNIR-2, com dez metros de resolução espacial, adquiridas, entre 2009 e 2010. Elas integram o projeto Base Cartográfica na escala 1:100.000 (BC100) e correspondem a um dos produtos previstos para as unidades da federação. Com esse lançamento, o estado do Piauí passa a ter 67% de seu território representado.



    Fonte: IBGE
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